22 novembro 2010

Moda - A volta dos “coloridos”


Com um começo tímido, a moda colorida acabou conquistando mais adeptos e tomando conta das ruas. É cada vez mais comum encontrar jovens vestindo roupas “extravagantes”. São calças, camisas, cadarços e óculos coloridos em cores bem chamativas.

Os jovens sempre gostaram de imitar seus astros da música, do esporte e da TV. E é claro que dessa vez não foi diferente. As recentes bandas de “rock colorido” estão fazendo a cabeças dos adolescentes. Mas não pense que isso é coisa dessa juventude do século 21. A moda do “rock colorido” iniciou-se nos anos 60 com bandas como The Beatles e The Beach Boys. Eles tocavam doces melodias, deixando de lado a imagem das rebeldes das bandas de rock da época, como Rolling Stones. Nos anos 80, algo essa moda continuou a fazer sucesso e no guarda-roupa dos meninos e meninas da época predominavam as cores. Afinal, quem não se lembra dos Menudos ou da banda Dominó.




















Hoje, essas bandas voltam com as músicas de letras doces, com uma pitada eletrônica e dançante, e um figurino super colorido. São calças skinny e blusas coloridas com um decote bem fundo, estampas divertidas, boné de lado, óculos de sol grandes e coloridos e cabelos estilosos. Os maiores exemplos desse estilo são as bandas Restar, Cine e Hori.


Mas como aderir a essa moda? Quais as regras? Essa é a parte mais legal: não há regras, a idéia é misturar tudo e não combinar nada. A calça jeans colorida em tons vibrantes como o roxo, vermelho, verde, azul, laranja, amarelo e rosa, é a peça chave. E para completar, uma camiseta mais neutra ou com estampas e um tênis ou sandálias coloridas. A dica é balancear o visual da seguinte forma, quando escolher uma camiseta em um tom mais forte ou neon, use uma calça que tenha a lavagem mais básica. Caso prefira tons pastéis, utilize um relógio ou um colar mais colorido para se destacar entre os demais.

Tudo indica que essa moda pegou e que vai continuar por algum tempo. Isso se não surgirem outras bandas para ditar a moda ou se os famosos resolverem mudar o estilo.

19 novembro 2010

Para Jornalistas - Manual de etiqueta para jornalistas em coletivas de imprensa

Como já mencionado anteriormente, a etiqueta se aplica em qualquer setor de nossas vidas. E acredite se quiser, também há etiqueta para jornalistas. Então, focas de plantão, fiquem atentos à elas.

1) Quando chegar atrasado a uma coletiva, não encha o saco dos colegas para saber o que já aconteceu de interessante. Você vai ficar com fama de mala. Da próxima vez, acerte melhor o relógio suíço que você comprou no camelô por cinco Reais.

2) Em coletivas pela manhã, mesmo que você esteja morrendo de fome, nunca ataque a mesa do brunch antes do final da entrevista. Se não resistir, seja sutil: maloque um croissant por baixo da mesa, segurando-o em um guardanapo.

3) Se for rolar almoço e você descobrir que o cardápio é filé mignon ao molho madeira, cuidado para não soltar um “Caralho, filé mignon ao molho madeira de novo?”. É uma indelicadeza. Saiba que esta pode ser a principal (ou até mesmo a única) refeição do seu dia.

4) Se cada jornalista tiver o direito de fazer apenas uma pergunta, não tente dar uma de malandro e emendar cinco questões em uma só. Até porque o entrevistado não vai se lembrar das abobrinhas que você falou no começo da pergunta.

5) Se não tiver porra nenhuma de relevante para perguntar, fique de boca fechada. Sente lá no fundão e faça cara de conteúdo.

6) Se a coletiva for longa e bater aquele puta sono, não durma. Tente se distrair de alguma forma, brincando de tetris no celular ou, no caso dos homens, olhando para a bunda das meninas que trabalham em TV.

7) Se a coletiva for com algum famosão, tipo estrela do cinema ou de uma banda de rock, controle-se para não parecer mais um fã do que um jornalista. Nem pense em pedir um autógrafo para depois rifá-lo entre os amigos de redação e descolar uma grana.

8) Lembre-se de que jornalistas gestantes, idosos, sem carteira assinada ou que ganham o piso de cinco horas NÃO têm preferência na hora de fazer a pergunta.

9) Quando acabar a coletiva, não embarque no empurra-empurra de repórteres que querem se aproximar do entrevistado para fazer uma pergunta exclusiva. É mais fácil você tomar uma microfonada na orelha do que conseguir um furo numa coletiva.

10) Se o entrevistado for grosseiro ao responder sua pergunta, não discuta com ele. Nem prometa pegá-lo na porrada na saída do evento ou publicar uma matéria caluniosa.

Fonte: Blog Desilusões perdidas, do jornalista Duda Rangel.

05 novembro 2010

Moda - Renner lança revista com as principais tendências para o verão

Em sua edição de verão, a Renner mostrou as tendências para este verão. Fotografada no Nordeste brasileiro, a coleção traz muitas saias longas, acessórios de palha e estampas florais, destacando o regionalismo apresentado no SPFW. As estampas florais e de frutas, o coral e o turquesa, também dominam o make para as roupas e acessórios, além da moda praia.

Confira!!


28 outubro 2010

Etiqueta - "Netiqueta"


É isso mesmo: existe etiqueta para a Internet.


A Netiqueta é o nome dado ao conjunto de normas de boas maneiras da Internet. Este termo não é oficial, mas já foi adotado pelos usuários da Internet com o objetivo de evitar mal-entendidos na comunicação. É claro que as regras variam de acordo com o destinatário e a relação que você tem com ele, mas de qualquer forma elas são muito úteis.


As redes sociais são à sensação do momento. E mesmo nas relações profissionais elas têm dominado os usuários. Negócios são fechados por e-mail, entrevistas de emprego são realizadas pelo orkut, parcerias são feitas pelo twitter. E nestas horas, cometer algum erro pode ser fatal. Estamos tão mal acostumados a escrever em “internetês”, com abreviações e códigos específicos do meio virtual, que na hora que quando necessitamos escrever corretamente, esquecemos.


Segue alguns bons conselhos:


Email’s
- Antes de enviar/encaminhar um email, certifique-se que o destinatário tem interesse em receber esse tipo de mensagem. Nem todos os seus conhecidos desejam receber e-mails com piadas, correntes, material pornográfico, comentários sobre futebol, política ou religião, dentre outros.
- Combine letras maiúsculas e minúsculas da mesma forma que a escrita comum. Nada de escrever tudo com letra maiúscula. Na Internet, isso significa que você está gritando.
- Seja claro e objetivo.
- Produza textos de fácil entendimento.
- Não envie e-mails desnecessariamente.
- Cuide da correção ortográfica. Muitas vezes fazemos contato com as pessoas só por e-mail, e é dessa forma que ela nos conhecerá. Então é melhor prezar pela nossa imagem.
- Escolha um assunto apropriado. Isso pode ser decisivo para aquelas pessoas que recebem muitos e-mails durante o dia e precisam “sortear” qual e-mail lerão. Nunca mande um e-mail sem o assunto.
- Procure responder a todos os e-mails que você recebe. Mesmo que seja pra confirmar que você recebeu o e-mail e que em breve o responderá.
- Sempre agradeça a quem lhe ajudou.
- Tal como você diz "Bom-Dia" e "Até Logo" quando chega e quando sai, sempre inicie seus e-mails com uma saudação ao destinatário, encerre com outra e nunca deixe de assinar no final.
- Prefira assinaturas automáticas curtas e sem desenhos. Nome, telefone e fax são suficientes.
- Não utilize o e-mail profissional para contatos pessoais. Contar como foi o final de semana para um amigo, enviar notícias aos parentes que moram em outra cidade e contar piadas aos colegas, somente no e-mail pessoal. E quando mudar de trabalho, feche a sua conta profissional e certifique-se que os e-mails serão encaminhados para a pessoa certa.


Twitter
- Assim como no e-mail, a atenção à língua portuguesa é primordial.
- Lembre-se que seus comentários serão vistos por muitas pessoas. Portanto evite comentários polêmicos ou podem ser interpretados incorretamente, como a cor da pele, orientação sexual e religião.
- Tenha foco. Siga pessoas que você tem algo em comum e que também se preocupam com a imagem que transmitem nesta rede social.


Orkut
- Semana passada estava assistindo TV e uma reportagem do Jornal da Globo me chamou atenção: redes sociais se transformam em uma forma de encontrar emprego. Algumas empresas de recursos humanos estão utilizando o Orkut para divulgar as vagas disponíveis no mercado. Outras empresas costumam consultar essa ferramenta para descobrir mais sobre o candidato. Que imagem você passa no seu perfil?
- Atenção às fotos que você coloca em seu álbum. É claro que vamos postar as fotos de nossas viagens, passeios e da família, afinal se espera que tenhamos uma vida social ativa e saudável. Mas nada de fotos comprometedoras e muito íntimas. Aquela foto que você está de biquíni, fica de fora! Várias fotos com um copo de cerveja na mão vão lhe transformar em um “cachaceiro” de plantão! Mesmo que você adore seu corpo e se ache super sarado, não publique fotos mostrando seus músculos, fazendo cara e bocas. Só se você for modelo e esse seja o seu book.
- As comunidades que você adiciona transmitem a sua personalidade. Se você participa de comunidades que falam mal de chefe ou de trabalho, que demonstre preguiça de ir trabalhar ou mau comportamento no trabalho, pode ter certeza que sua imagem profissional já era.


Se preocupar com essas normas para ambientes virtuais, pode proporcionar além de uma relação saudável com seus contatos, uma boa imagem profissional e gerar boas oportunidades de trabalho.


Portanto, seja elegante e pratique a netiqueta!!

29 setembro 2010

Para Jornalistas - Analisando a profissão

Bom dia! Hoje resolvi colocar um texto que foi publicado no Jornal Correio. Jornalistas, reflitam! E principalmente: leitor, seja crítico!
Imprensa imparcial?

Não existe veículo de comunicação totalmente imparcial, ainda mais em se tratando de política. A maioria dos jornalistas é dotada de bons valores e sabe a importância de se manter uma postura de equilíbrio e distanciamento dos interesses particulares. Mas, eles trabalham para grandes grupos que, em geral, não têm essa mesma visão.
Acho que a minha birra da revista “Veja” vem daí. No Brasil, há duas revistas semanais que se opõem politicamente: a “Carta Capital” e a “Veja”. Não sou esquerdista, não votei no Lula nas últimas eleições e provavelmente não votarei na Dilma agora, mas ainda assim tenho muito mais respeito pela “Carta Capital” do que pela publicação da Editora Abril. Por quê? Porque a Carta publicou um editorial explicando as razões de apoiar a candidata do PT.
A consequência disso é simples: o leitor sabe que está lendo uma revista que tem um posicionamento explícito a favor da Dilma e, por isso mesmo, esse leitor fará uma leitura mais crítica das reportagens. Se você sabe que um comentarista esportivo é são-paulino declarado, ponderará bem suas opiniões ao assisti-lo em um programa no qual se fala de um jogo contra o Corinthians. O problema é quando esse mesmo comentarista não assume abertamente sua paixão são-paulina e fica detonando o Corinthians de forma parcial, assumindo ao mesmo tempo uma imagem de profissional íntegro, equilibrado e imparcial.
É isso que sinto em relação à “Veja”, uma revista com o DNA do PSDB paulistano, mas que tenta se vender como um meio de comunicação sem preferências políticas, composto por um grupo de jornalistas isentos, que não vestem a camisa de um time específico. Por que não se assumir PSDB como a “Carta Capital” assumiu ser Dilma? Seria tão mais simples e honesto! Assim como o leitor da "Carta", o da “Veja” saberia claramente que está lendo uma revista que apoia um grupo político e, por isso mesmo, tende a dar um viés parcial em suas reportagens.
O que interessa mesmo não são essas duas revistas específicas, mas a imprensa em geral. Como eu disse, a maioria dos jornalistas busca ser isenta. De toda forma, sempre que você ler uma reportagem, lembre-se que ela é feita por seres humanos, os quais, pela própria natureza, são falíveis e acumulam ideologias desde o berço. E que esses jornalistas trabalham para grupos que precisam sobreviver economicamente e, por isso mesmo, nem sempre respeitam as lições básicas das faculdades de jornalismo sobre isenção, imparcialidade e respeito às versões contrárias.
Tendo essa visão crítica, você passará de um mero papagaio de certos meios de comunicação para uma pessoa capaz de estabelecer com qualquer um diálogos críticos e inteligentes.
Alexandre Henry - Escritorwww.dedodeprosa.com

13 setembro 2010

Para Jornalistas - Uma pausa para curtir as Serras Gaúchas

É claro que não podíamos perder a oportunidade de conhecer um pouco das Serras Gaúchas nesta viagem que fizemos a Caxias do Sul para a Intercom. E Gramado foi a cidade escolhida.

Principal cidade turística das Serras, Gramado possui cerca de 33 mil habitantes e é conhecido por seus famosos chocolates, vinhos e fondue. Com colonização tipicamente italiana e alemã, Gramado nos encanta pela arquitetura e culinária típica desses países. E a temperatura estava ótima para um chocolate quente. É claro que não pegamos o frio rigoroso, afinal, é setembro, mas quando chegamos lá os termômetros marcavam 8ºC. 
Fiquei impressionada com a educação das pessoas, principalmente no trânsito. Não andei muito pela cidade, mas no centro não vi nenhum semáforo. Todo mundo respeita o próximo. E quando fui atravessar a rua, eis minha surpresa: quando coloquei o pé na faixa de pedestre, o motorista parou. É isso mesmo, não interessa a manobra que o motorista está fazendo, ele dá preferência para o pedestre.

Quanto à comida, nem precisa falar: é uma delícia. Fomos ao famoso café colonial e ficamos assustados com tanta comida. Geléia, vinho, queijo, pão caseiro, cuca, polenta frita e muitas outras especiarias gaúchas. Além de tortas doces e salgadas, pão de queijo (como se eu não fosse mineira), filé de frango, ..... Era muita comida.
Após este pequeno lanche, fomos ao Mini mundo. O parque temático possui importantes obras da humanidade 24 vezes menores que o tamanho real. A riqueza dos detalhes é incrível.


 
Vista Geral do parque.
Depois caminhamos pelo centro da cidade, fizemos algumas comprinhas, conhecemos a Rua Coberta, o local onde acontece o Festival de Cinema de Gramado e a praça da Igreja da Matriz São Pedro.
Rua Coberta
Festival de Cinema de Gramado


Gramado tem muito mais. Pena que não tivemos muito tempo! Mas essa amostra da cidade deixou um gostinho de quero mais e certamente será meu próximo destino para passar as férias!!

Para Jornalistas - INTERCOM 2010

Aconteceu em Caxias do Sul/RS, a XXXIII Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Dos dias 2 a 6 de setembro, profissionais de comunicação de todo o país se reuniram para discutir o tema “Comunicação, Cultura e Juventude”. Analisar a relação do jovem com os meios de comunicação, frente à Era Digital que vivemos.O Congresso aconteceu no Campus da UCS - Universidade de Caxias do Sul.

E o próximo encontro já tem data pra acontecer: 2 a 6 de setembro de 2011, em Recife/PE. Espero encontrar todos os estudantes e profissionais de comunicação lá!

 Auditório da UCS
Praça central da UCS

 UCS
UCS

21 julho 2010

Para Jornalistas - "Mulher tem que trabalhar"

Bom dia, amigos! Hoje quando cheguei no trabalho, fiz o de costume: li o Jornal Correio. E lá encontrei um texto muito bom do jornalista e escritor Alex Henry. Sendo assim, me vi na obrigação de postá-lo pra vocês.

JORNAL CORREIO - 21/07/2010

Mulher tem que trabalhar

Mulher tem que trabalhar. Não estou me referindo a serviços domésticos, mas a um trabalho externo, que pelo menos propicie uma fonte de renda em um patamar mínimo. Trabalho em escritório, na rua, em escolas, hospitais, gabinetes, lojas, trabalho em qualquer lugar. Em casa também? Talvez, mas não obrigatoriamente.

Hoje, vivo em uma cidade a mais de 2,5 mil quilômetros de Uberlândia porque acredito que uma mulher tem que trabalhar. Não como obrigação, mas como direito. Quando a minha esposa me contou que estavam abertas as inscrições para um concurso de professora efetiva de uma Universidade Federal distante, no mesmo instante passei a estimulá-la ao máximo para que estudasse e fizesse a prova. E se fosse aprovada? Eu sairia da comodidade de estar próximo de casa para me aventurar na região brasileira menos conhecida, mais distante e, para muitos, mais inóspita. Tudo isso porque eu acredito que mulher tem que trabalhar.

E por quê? Pelo simples fato de que não há justificativa para a mulher não ter esse direito. Filhos? Isso não é mais problema e talvez nunca tenha sido. Complica muito, claro, mas acredito que o direito feminino ao trabalho venha acompanhado do direito a virar de lado na cama à noite, quando o bebê acorda, confiante de que do lado há um pai que vai se tocar que é obrigação dele se revezar naquela tarefa difícil. Mas, a mulher tem que trabalhar não só porque não há motivos contrários a isso, mas porque em uma sociedade capitalista, cujo pilar principal é a produção e o consumo, não ter uma fonte de renda é um excelente caminho para se sentir um ninguém, para se sentir menos valorizada, mais dependente, mais humilhada. Enfim, é uma questão de autoestima.

De toda forma, deixo claro que respeito as mulheres que decidem por uma vida diferente, ou seja, por ficarem em casa sem uma fonte de renda externa. Como dito, o trabalho é um direito das mulheres e direitos verdadeiros são aqueles que a gente pode escolher exercer ou não. Mas, se quiser e puder exercer esse direito, melhor ainda. Mulher que trabalha e tem sua fonte de renda fica até mais bonita, mais completa, mais segura.

Os motivos não param por aí, pois também penso na minha situação, como acredito que todos os homens deveriam pensar. Prefiro a solidão à companhia de uma mulher que está comigo apenas por não ter como se sustentar. Entre um casal, sempre surgem brigas horríveis, daquelas em que uma das partes sempre pensa em ir embora. Se a mulher que estiver comigo puder dizer adeus quando quiser, por ter como se virar sozinha, o fato de ela ficar será uma prova de amor, não de dependência. Essa é a parte que me toca.

*Alex Henry é jornalista e escritor. Além da coluna Modo de Ver, publicada às quartas-feiras no Jornal Correio, é responsável pelo site www.dedodeprosa.com.br.

19 julho 2010

Moda - Como escolher seu terno

Não há nada mais elegante para um homem do que um terno bem feito e bem alinhado. E para muitos, essa é a melhor opção (ou imposição) para o trabalho. Mas mesmo que este não seja o seu caso, vale a pena investir em um bom terno para as ocasiões especiais.

Observe os seguintes detalhes:
- Quanto ao corte, os ternos atuais têm calças um pouco mais estreitas que as antigas, sendo usadas tanto as retas, quanto as com pregas. Os paletós estão mais compridos, e têm quatro ou três botões. As ombreiras estão menores. Isto garante a quem usa, um perfil mais esguio, mais elegante e mais discreto.

- Hoje existem ternos tão frescos e leves que podem ser usados calmamente no calor. São eles a microfibra e a lã fria, bastante fina, ou mesmo o linho em composição com outros fios, que o torna mais resistente.

- As cores ideais para o terno são aquelas que vão bem com tudo, as chamadas cores neutras, como o preto, o azul-marinho e o bege, que podem ser lisos ou com risca-de-giz, ou xadrez discreto.

- A altura certa para a barra das calças é a que bate no peito do pé, sem ondulações ou sobras. Apenas devem cobrir as meias, para que não apareçam quando estiver em pé. É horrível ver barras arrastando pelo chão, sujas - ou o contrário, calças curtas, pela canela. São pequenos detalhes que depõem contra sua imagem.

- O punho da camisa deve aparecer também um centímetro sob a manga do paletó. Mangas de paletó muito longas fazem um homem baixinho parecer ainda menor.

- Existem regras também para o abotoamento dos ternos. São sempre os botões superiores aqueles que devem ser abotoados. Nos paletós com três botões, deve-se abotoar os dois primeiros. Nos de quatro botões, abotoa-se também os dois superiores. Nos com dois botões, só o de cima. Para os coletes, deve-se desabotoar sempre o último botão.

Algumas combinações de ternos:

 

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