29 setembro 2010

Para Jornalistas - Analisando a profissão

Bom dia! Hoje resolvi colocar um texto que foi publicado no Jornal Correio. Jornalistas, reflitam! E principalmente: leitor, seja crítico!
Imprensa imparcial?

Não existe veículo de comunicação totalmente imparcial, ainda mais em se tratando de política. A maioria dos jornalistas é dotada de bons valores e sabe a importância de se manter uma postura de equilíbrio e distanciamento dos interesses particulares. Mas, eles trabalham para grandes grupos que, em geral, não têm essa mesma visão.
Acho que a minha birra da revista “Veja” vem daí. No Brasil, há duas revistas semanais que se opõem politicamente: a “Carta Capital” e a “Veja”. Não sou esquerdista, não votei no Lula nas últimas eleições e provavelmente não votarei na Dilma agora, mas ainda assim tenho muito mais respeito pela “Carta Capital” do que pela publicação da Editora Abril. Por quê? Porque a Carta publicou um editorial explicando as razões de apoiar a candidata do PT.
A consequência disso é simples: o leitor sabe que está lendo uma revista que tem um posicionamento explícito a favor da Dilma e, por isso mesmo, esse leitor fará uma leitura mais crítica das reportagens. Se você sabe que um comentarista esportivo é são-paulino declarado, ponderará bem suas opiniões ao assisti-lo em um programa no qual se fala de um jogo contra o Corinthians. O problema é quando esse mesmo comentarista não assume abertamente sua paixão são-paulina e fica detonando o Corinthians de forma parcial, assumindo ao mesmo tempo uma imagem de profissional íntegro, equilibrado e imparcial.
É isso que sinto em relação à “Veja”, uma revista com o DNA do PSDB paulistano, mas que tenta se vender como um meio de comunicação sem preferências políticas, composto por um grupo de jornalistas isentos, que não vestem a camisa de um time específico. Por que não se assumir PSDB como a “Carta Capital” assumiu ser Dilma? Seria tão mais simples e honesto! Assim como o leitor da "Carta", o da “Veja” saberia claramente que está lendo uma revista que apoia um grupo político e, por isso mesmo, tende a dar um viés parcial em suas reportagens.
O que interessa mesmo não são essas duas revistas específicas, mas a imprensa em geral. Como eu disse, a maioria dos jornalistas busca ser isenta. De toda forma, sempre que você ler uma reportagem, lembre-se que ela é feita por seres humanos, os quais, pela própria natureza, são falíveis e acumulam ideologias desde o berço. E que esses jornalistas trabalham para grupos que precisam sobreviver economicamente e, por isso mesmo, nem sempre respeitam as lições básicas das faculdades de jornalismo sobre isenção, imparcialidade e respeito às versões contrárias.
Tendo essa visão crítica, você passará de um mero papagaio de certos meios de comunicação para uma pessoa capaz de estabelecer com qualquer um diálogos críticos e inteligentes.
Alexandre Henry - Escritorwww.dedodeprosa.com

13 setembro 2010

Para Jornalistas - Uma pausa para curtir as Serras Gaúchas

É claro que não podíamos perder a oportunidade de conhecer um pouco das Serras Gaúchas nesta viagem que fizemos a Caxias do Sul para a Intercom. E Gramado foi a cidade escolhida.

Principal cidade turística das Serras, Gramado possui cerca de 33 mil habitantes e é conhecido por seus famosos chocolates, vinhos e fondue. Com colonização tipicamente italiana e alemã, Gramado nos encanta pela arquitetura e culinária típica desses países. E a temperatura estava ótima para um chocolate quente. É claro que não pegamos o frio rigoroso, afinal, é setembro, mas quando chegamos lá os termômetros marcavam 8ºC. 
Fiquei impressionada com a educação das pessoas, principalmente no trânsito. Não andei muito pela cidade, mas no centro não vi nenhum semáforo. Todo mundo respeita o próximo. E quando fui atravessar a rua, eis minha surpresa: quando coloquei o pé na faixa de pedestre, o motorista parou. É isso mesmo, não interessa a manobra que o motorista está fazendo, ele dá preferência para o pedestre.

Quanto à comida, nem precisa falar: é uma delícia. Fomos ao famoso café colonial e ficamos assustados com tanta comida. Geléia, vinho, queijo, pão caseiro, cuca, polenta frita e muitas outras especiarias gaúchas. Além de tortas doces e salgadas, pão de queijo (como se eu não fosse mineira), filé de frango, ..... Era muita comida.
Após este pequeno lanche, fomos ao Mini mundo. O parque temático possui importantes obras da humanidade 24 vezes menores que o tamanho real. A riqueza dos detalhes é incrível.


 
Vista Geral do parque.
Depois caminhamos pelo centro da cidade, fizemos algumas comprinhas, conhecemos a Rua Coberta, o local onde acontece o Festival de Cinema de Gramado e a praça da Igreja da Matriz São Pedro.
Rua Coberta
Festival de Cinema de Gramado


Gramado tem muito mais. Pena que não tivemos muito tempo! Mas essa amostra da cidade deixou um gostinho de quero mais e certamente será meu próximo destino para passar as férias!!

Para Jornalistas - INTERCOM 2010

Aconteceu em Caxias do Sul/RS, a XXXIII Intercom – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação. Dos dias 2 a 6 de setembro, profissionais de comunicação de todo o país se reuniram para discutir o tema “Comunicação, Cultura e Juventude”. Analisar a relação do jovem com os meios de comunicação, frente à Era Digital que vivemos.O Congresso aconteceu no Campus da UCS - Universidade de Caxias do Sul.

E o próximo encontro já tem data pra acontecer: 2 a 6 de setembro de 2011, em Recife/PE. Espero encontrar todos os estudantes e profissionais de comunicação lá!

 Auditório da UCS
Praça central da UCS

 UCS
UCS

21 julho 2010

Para Jornalistas - "Mulher tem que trabalhar"

Bom dia, amigos! Hoje quando cheguei no trabalho, fiz o de costume: li o Jornal Correio. E lá encontrei um texto muito bom do jornalista e escritor Alex Henry. Sendo assim, me vi na obrigação de postá-lo pra vocês.

JORNAL CORREIO - 21/07/2010

Mulher tem que trabalhar

Mulher tem que trabalhar. Não estou me referindo a serviços domésticos, mas a um trabalho externo, que pelo menos propicie uma fonte de renda em um patamar mínimo. Trabalho em escritório, na rua, em escolas, hospitais, gabinetes, lojas, trabalho em qualquer lugar. Em casa também? Talvez, mas não obrigatoriamente.

Hoje, vivo em uma cidade a mais de 2,5 mil quilômetros de Uberlândia porque acredito que uma mulher tem que trabalhar. Não como obrigação, mas como direito. Quando a minha esposa me contou que estavam abertas as inscrições para um concurso de professora efetiva de uma Universidade Federal distante, no mesmo instante passei a estimulá-la ao máximo para que estudasse e fizesse a prova. E se fosse aprovada? Eu sairia da comodidade de estar próximo de casa para me aventurar na região brasileira menos conhecida, mais distante e, para muitos, mais inóspita. Tudo isso porque eu acredito que mulher tem que trabalhar.

E por quê? Pelo simples fato de que não há justificativa para a mulher não ter esse direito. Filhos? Isso não é mais problema e talvez nunca tenha sido. Complica muito, claro, mas acredito que o direito feminino ao trabalho venha acompanhado do direito a virar de lado na cama à noite, quando o bebê acorda, confiante de que do lado há um pai que vai se tocar que é obrigação dele se revezar naquela tarefa difícil. Mas, a mulher tem que trabalhar não só porque não há motivos contrários a isso, mas porque em uma sociedade capitalista, cujo pilar principal é a produção e o consumo, não ter uma fonte de renda é um excelente caminho para se sentir um ninguém, para se sentir menos valorizada, mais dependente, mais humilhada. Enfim, é uma questão de autoestima.

De toda forma, deixo claro que respeito as mulheres que decidem por uma vida diferente, ou seja, por ficarem em casa sem uma fonte de renda externa. Como dito, o trabalho é um direito das mulheres e direitos verdadeiros são aqueles que a gente pode escolher exercer ou não. Mas, se quiser e puder exercer esse direito, melhor ainda. Mulher que trabalha e tem sua fonte de renda fica até mais bonita, mais completa, mais segura.

Os motivos não param por aí, pois também penso na minha situação, como acredito que todos os homens deveriam pensar. Prefiro a solidão à companhia de uma mulher que está comigo apenas por não ter como se sustentar. Entre um casal, sempre surgem brigas horríveis, daquelas em que uma das partes sempre pensa em ir embora. Se a mulher que estiver comigo puder dizer adeus quando quiser, por ter como se virar sozinha, o fato de ela ficar será uma prova de amor, não de dependência. Essa é a parte que me toca.

*Alex Henry é jornalista e escritor. Além da coluna Modo de Ver, publicada às quartas-feiras no Jornal Correio, é responsável pelo site www.dedodeprosa.com.br.

19 julho 2010

Moda - Como escolher seu terno

Não há nada mais elegante para um homem do que um terno bem feito e bem alinhado. E para muitos, essa é a melhor opção (ou imposição) para o trabalho. Mas mesmo que este não seja o seu caso, vale a pena investir em um bom terno para as ocasiões especiais.

Observe os seguintes detalhes:
- Quanto ao corte, os ternos atuais têm calças um pouco mais estreitas que as antigas, sendo usadas tanto as retas, quanto as com pregas. Os paletós estão mais compridos, e têm quatro ou três botões. As ombreiras estão menores. Isto garante a quem usa, um perfil mais esguio, mais elegante e mais discreto.

- Hoje existem ternos tão frescos e leves que podem ser usados calmamente no calor. São eles a microfibra e a lã fria, bastante fina, ou mesmo o linho em composição com outros fios, que o torna mais resistente.

- As cores ideais para o terno são aquelas que vão bem com tudo, as chamadas cores neutras, como o preto, o azul-marinho e o bege, que podem ser lisos ou com risca-de-giz, ou xadrez discreto.

- A altura certa para a barra das calças é a que bate no peito do pé, sem ondulações ou sobras. Apenas devem cobrir as meias, para que não apareçam quando estiver em pé. É horrível ver barras arrastando pelo chão, sujas - ou o contrário, calças curtas, pela canela. São pequenos detalhes que depõem contra sua imagem.

- O punho da camisa deve aparecer também um centímetro sob a manga do paletó. Mangas de paletó muito longas fazem um homem baixinho parecer ainda menor.

- Existem regras também para o abotoamento dos ternos. São sempre os botões superiores aqueles que devem ser abotoados. Nos paletós com três botões, deve-se abotoar os dois primeiros. Nos de quatro botões, abotoa-se também os dois superiores. Nos com dois botões, só o de cima. Para os coletes, deve-se desabotoar sempre o último botão.

Algumas combinações de ternos:

Moda - Pernas ativar!!

As pernas nunca estiveram tão em evidência como neste inverno. Na maioria dos desfiles e também nas ruas, as meias-calças têm dado o ar da graça de forma alegre e descontraída. As meias voltaram mais ou menos do jeito que eram usadas na década de 80; bem coloridas e com texturas. Mas pra não fazer feio, temos de dar atenção a algumas dicas:

Pernas Finas: Se você tem as pernas finas, pode abusar de meias com texturas, com desenhos geométricos, espirais e/ou de cores vibrantes! Este tipo de meia dá a impressão das pernas ficarem mais grossas.

Pernas Grossas: Se você faz parte do biotipo “brasileira” e tem as pernas grossas, evite meias com muitos detalhes, desenhos e também as meias claras. Abuse das listras verticais, tipo risca de giz e desenhos de losangos que também alongam.

Pernas Longas: Se tiver pernas longas ou for muito alta, faça o contrário das meninas de pernas grossas e evite as meias com listras verticais para que suas pernas não pareçam ainda maiores. Todas as outras estão liberadas.

Aproveita para ousar e ficar na moda neste inverno. Afinal as meias são baratas e podem dar um up no seu look.

Para Jornalistas - O menininho do esporte

A Copa da África surpreendeu a todos pela organização, alegria das pessoas e pelas “zebras” nos jogos. Mas quem surpreendeu os brasileiros foi o jornalista Tiago Leifert, que apresentou o programa Central da Copa, da Rede Globo. Os paulistas já conheciam a irreverência do apresentador e o mundial apresentou para todo o Brasil a descontração desse “moleque”, como alguns preferem dizer.

Diferente dos apresentadores anteriores, o editor-chefe e apresentador que aparece na TV de jeans, pólo e tênis, tem conquistado grandes audiências principalmente do público jovem. Por fazer piadas, não seguir o texto do teleprompter e falar como se estivesse conversando com um amigo, as pessoas se identificam com o apresentador.

É claro que há a resistência de alguns. Muitos acham que ele não leva a sério o esporte e preferem a tradição. Mas os números indicaram que a Rede Globo acertou mais uma vez. “Sabia do potencial do Tiago, mas não imaginava que ele fosse fazer sucesso tão rápido com o programa”, analisa o jornalista esportivo Milton Leite. “A Globo confiou, quebrou um formato tradicional e o Tiago criou um novo modelo”.

A irreverência é tanta, que no último programa da Central da Copa, exibido no dia 11/07, Tiago Leifert foi obrigado a pagar a aposta que fez com a torcedora argentina Marina, e dançou o “Rebolation” ao vivo.

Como o sucesso foi imenso, vamos torcerpara ver Tiago Leifert na edição nacional do Globo Esporte ou em qualquer outro programa da Rede Globo. É esperar pra ver.

Moda - Esmalte em forma de caneta

A Sally Hansen lançar o esmalte em forma de caneta que promete inovar o mundo dos cosméticos. A caneta promete ser mais prática que o vidrinho convencional, além de acabar com a sujeira que é comum na hora de enfeitar as unhas.

O esmalte já é comercializado no Brasil e um dos lugares que pode ser encontrado é na Ludovicus, na Liberdade-SP. O preço que é o problema: R$ 45,00.

02 junho 2010

Etiqueta - Como ser civilizado no ambiente profissional

Uma coisa é certa: passamos a maior parte do nosso tempo no ambiente de trabalho e, de vez em quando, alguns “probleminhas” de convivência acontecem. Mas como transformar o local de trabalho em um ambiente agradável? Quais são os problemas mais comuns encontrados pelos profissionais?

Acessório indispensável em nossos tempos, o celular é o campeão de reclamações. Quem de nós nunca ficou em dúvida se atendia ou não o celular de um colega que saiu para tomar café e deixou o aparelho na mesa? Pior ainda são aqueles ringtones “fofinhos” ou altos. Que dizer daquele colega que come na mesa do escritório e deixa o cheiro do seu lanche por todo o ambiente? Esses e outros problemas são comuns e afetam muitas pessoas.

A falta de educação profissional é considerada por muitos, o maior problema no meio empresarial. “A etiqueta é a ética do dia a dia. Sabemos que a falta de ética no trabalho gera corrupção, falta de educação e de bom senso” diz a consultora de etiqueta Janaína Depiné.

É claro que como passamos muito tempo no ambiente de trabalho, informalidades são comuns, mas algumas regrinhas básicas são necessárias para manter certa harmonia. E a principal delas é a empatia. Isso mesmo! Se coloque no lugar dos outros, seja gentil. Um bom relacionamento é primordial para conseguir seu espaço profissional, além de ser bem visto pelos seus superiores. “Hoje, um profissional que sabe se portar no ambiente corporativo tem um diferencial enorme. Num mundo tão competitivo, com currículos tão parecidos, isso me parece uma grande vantagem na empregabilidade”, destaca Janaína.

Pensando nisso, selecionei algumas dicas para os problemas mais comuns no ambiente corporativo. Ai vão elas:

1 – Músicas no computador ou fones de ouvido: cada um tem seu gosto musical e não podemos obrigar os outros a ouvirem o que gostamos. Vale a pena trocar uma idéia com a equipe e escutar algo que agrade a todos. Pior ainda é se isolar com o fone de ouvido, obrigando o seu colega a te cutucar para ter sua atenção. É gostoso ouvir uma música para descontrair, mas isso é muito pessoal e difícil de agradar a todos.

2 – “Isso me dá tique-tique nervoso”: nada de ficar batucando, assobiando, batendo nos pés da mesa enquanto balança as pernas ou emitindo qualquer outro barulho sistêmico e chato. Isso incomoda muito.

3 – “Que cheirinho bom!”: não exagere no perfume, mas também não esqueça de usá-lo. O excesso e a falta de perfume / desodorante incomodam. Portanto, equilíbrio!

4 – Respeite a língua portuguesa: é claro que no dia-a-dia informalidades são permitidas. Mas falar e escrever bem mostra que você tem certo nível de educação que lhe permitirá transitar por qualquer lugar sem passar vergonha. E não pense que isso não tem importância, que na hora que precisar você será como o professor Pasquale dominando a língua portuguesa. Ai que você se engana. Escrever bem em e-mails ou bilhetes e falar bem, mesmo em conversas informais, vai lhe garantir uma boa reputação.

5 – De olho no visual: o local de trabalho vai determinar qual a roupa apropriada para seus profissionais. Mas uma coisa é clara: decotes, transparências, roupas curtas e barriga de fora não sao adequadas em nenhum ambiente corporativo. Portanto, bom senso!

6 – Nada de comer no escritório: não comer na mesa do escritório não é só uma questão de educação, mas também de higiene. Tenho certeza que você não entregaria ao seu chefe um relatório com marcas de gordura. Então, não corra o risco e faça seu lanche na cozinha. E aproveite para descansar um pouco e conversar com os colegas.

7 – Celular no silencioso: deixe o celular no silencioso e mantenha ele sempre com você. Se tem algo que incomoda muito é um celular tocando quando o seu dono não está perto. Pior ainda sãos os ringtones escolhidos. Mais importante ainda é deixar o telefone no silencioso em reuniões e entrevistas.

8 – Vamos festejar: todo mundo gosta de uma festinha e algumas são realizadas com o pessoal no escritório. Mas vá com calma para não ser o assunto da segunda-feira. Nessas festas sempre tem aquele colega que fala demais e se comporta mal. Nada de beber demais para não fazer algo que possa se arrepender depois.

9 – Mesa de escritório ou penteadeira: foto do cachorro, das crianças, do marido, uma flor para alegrar, um porta-caneta da Betty Boop, alicate de unha, porta-recado de sapinhos e anjinhos. Isso parece mais uma penteadeira. É legal a mesa do escritório ter a sua cara, mas não exagere.

10 – Use as palavras mágicas: não se esqueça de dizer aquelas palavrinhas mágicas que nossas mães sempre nos ensinaram. Um bom dia, boa tarde, boa noite, por favo e obrigada nunca são demais. Cumprimente o porteiro, a recepcionista, a cozinheira, o pessoal da limpeza. E bom humor sempre. Ninguém tem culpa dos seus problemas.

Com certeza, essas regrinhas da boa convivência farão seu ambiente de trabalho mais harmônico e agradável.

 

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